O Livro dos vivos

“Só quem morreu pode dizer se, antes de partir, viu a vida toda passar diante dos olhos. Não sei de onde veio essa ideia, mas posso afirmar que de tão repetida, embora nunca realmente atestada, virou um lugar comum em livros, filmes, reportagens de jornal e conversas de bar. Como um escritor pode tornar esse lugar comum a todos algo interessante, estranho ou mesmo incômodo para quem lê? Penso que Binho Barreto responde essa pergunta de várias formas em “O livro dos vivos”. Com uma prosa que quase ultrapassa para o lado de lá, o da poesia, o autor tira a mera função geográfica-localizadora do “lugar” e o transforma em personagem: a cidade. E arranca o que há de literário no “comum” das pequenas coisas e pessoas que deambulam diariamente, com sua caneta que escreve e também desenha.”  (Trecho da orelha de O livro dos vivos, escrita por Carina Santos).

Comboio

Fascinado por caminhões e histórias de fretagens e de estradas, Binho percebeu que compartilhava esse sentimento com várias crianças com as quais convivia, o que o inspirou para criar ​Comboio: histórias de caminhão para ler e colorir​. O livro foi escrito e ilustrado a partir da curiosidade de saber quem dirigia os caminhões, o que levavam e quais seriam os seus destinos. As ilustrações são impressas em preto e branco para que os leitores possam colorir e se sintam instigados para ler e inventar suas próprias histórias, um convite à imaginação de cada um.

Graffiti: arte e inclusão social nas cidades

Livro produzido a partir de seminário homônimo realizado na PUC Minas, em 2018. A publicação é composta pela transcrição das falas que aconteceram no evento — e que trataram de temas como pichação, graffiti, cidadania e ações sociais. O seminário e a publicação foram organizados por Binho Barreto, Fernanda Flaviana Martins e Sandra Freitas — uma parceria com a Puc Minas e o Projeto Providência.

Perímetro urbano

 

Perímetro urbano reúne textos, desenhos e fotografias de Binho Barreto que falam sobre sua prática com o graffiti ao longo das duas últimas décadas. A escrita é composta por pequenos contos que relatam acontecimentos inusitados ocorridos durante as grafitagens (acompanhados por imagens dos respectivos graffitis), além de poemas e reflexões sobre desenho e cidade.

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